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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Entrevista com Lucyana Mutarelli

Aqui vai, na integra a entrevista feita pelo Observatório Clube de autores à Lucyana Mutarelli:

Observatório Entrevista

Lucyana Mutarelli, autora de "Poder Invisível", conversa com o Observatório e conta o que pensa da literatura brasileira e do mercado editorial

por Leandro de Oliveira Silva - leo_silva180@hotmail.com


Numa entrevista por e-mail, a autora Lucyana Mutarelli (Poder Invisível , O Enigma de uma Casa e O Despertar da Felicidade ) nos conta um pouco de sua vida de escritora e fala sobre seu último livro lançado pelo Clube de Autores, e que pode ser adquirido clicando no link. O Clube de Autores recomenda todos os livros de Lucyana, que revelou ser dotada de uma escrita cheia de magia e de energias positivas. Confira a entrevista.



1 - Observatório: Lucyana, definir a si mesmo pode ser um bom começo para se entender um pouco do "eu escritor". Diga-me: quem é Lucyana Mutarelli?

Sou uma pessoa extremamente observadora, reflexiva e filosófica. Uma questionadora por natureza. Gosto de pensar e analisar sobre tudo o que me cerca. Admiro a arte, a música, a escrita, a originalidade e a autonomia. Tenho muita criatividade e senso crítico, por isso, acabo me desviando de tudo o que é demasiadamente tradicional. Só sigo o que acredito ser verdadeiramente bom. 

2 - Observatório: Uma vez perguntaram ao Stephen King como ele escrevia, e ele respondeu: "Uma palavra de cada vez." Agora queremos saber: como você escreve, Lucyana?

Para escrever, utilizo tanto o meio externo quanto o interno. O externo é tudo o que está a minha volta como vivências, livros, textos, situações, aprendizados... E o interno representa meus pensamentos, reflexões, intuições, sentimentos, sonhos, visão de mundo... E assim, surgem meus livros.

3 - Observatório: Conte-nos de onde veio a inspiração para seu livro "Poder Invisível", atualmente disponível no Clube de Autores? Por que você quis contar essa história?

“Poder Invisível” surgiu inspirado em observações da vida e em dois livros: “O Poder do Subconsciente” do Dr. Joseph Murphy e “O Segredo” de Rhonda Byrne. Essas duas obras falam sobre o poder da mente que é capaz de atrair para nós o que queremos. A nossa cabeça funciona como um imã que puxa para nós situações relacionadas com o que pensamos, sentimos ou falamos. Por isso, devemos procurar sempre ter bons pensamentos e sentimentos. Sei que pode até parecer balela. Mas através de algumas experiências, pude perceber a funcionalidade disso tudo. Quem nunca pensou em uma música, ligou o rádio e ela estava tocando? Quem nunca pensou em uma determinada pessoa e, de repente, ela telefona ou a encontramos na rua? E quando pensamos num assunto, ligamos a TV e damos de cara com uma discussão a respeito? Isso é muito interessante!

4 - Observatório: Lucyana, como você enxerga a literatura brasileira hoje? E o mercado editorial?

A literatura brasileira, hoje em dia, é bem eclética. Tem para todos os gostos, todos os bolsos e, até mesmo, livros gratuitos para serem baixados. É possível ler até utilizando um celular. O que falta mesmo é o hábito da leitura fazer parte da vida dos brasileiros. Muita gente não lê. Ou por falta de tempo ou por considerar uma atividade enfadonha, o que não é verdade. Se uma pessoa considera a leitura desagradável, é porque não encontrou o livro certo para ela.
Quanto ao mercado editorial, acredito que a grande tendência é a autopublicação. Depender de uma editora para publicar um livro, é complicado. Muitas empresas cobram uma fortuna para o autor publicar sua própria obra. E outras não cobram, mas também não publicam (risos). Alegam que o original não está de acordo com o perfil editorial deles. Mesmo que o livro seja excelente.Outra vantagem da autopublicação é que nela não ocorre o desperdício (encalhe de livros). Somente são impressos os exemplares vendidos.

5 - Observatório: Quem é seu autor favorito? Sugere algum título aos nossos leitores?

Além de Rhonda Byrne, autora de “O Segredo” e Dr. Joseph Murph, autor de “O Poder do Subconsciente”, sugiro “A Cabana” de William P. Young e “Entre Anjos” de L.S. Hoffman. É uma história simplesmente surpreendente.

6 - Observatório: Que tipo de história atrai você para leitura? E para escrita? 

Tanto para a leitura como para a escrita, existem duas características que, a meu ver, são muito importantes para uma história. Uma delas é que proporcione entretenimento, ou seja, que prenda a atenção e que faça com que o leitor se envolva com a obra. A outra é que transmita algo de útil para a vida de quem está lendo. Se um livro proporciona entretenimento, ele é um livro bom. Se um livro transmite algo de útil para a vida do leitor, também é bom. Agora, se a obra tiver essas duas características juntas, então considero-a excelente!

7 - Observatório: Considerações finais da entrevistada:

Fiquei muito feliz pelo convite e gostei muito de participar da entrevista. Foi um prazer. Entrevistar autores é uma excelente iniciativa. Ajuda os leitores a entender um pouco mais sobre quem está por trás das obras que eles leem. Parabéns ao Observatório Clube de Autores! Sempre que precisarem, estarei a disposição.
Agradecemos imensamente à nossa querida entrevistada, Lucyana Mutarelli e aos nossos leitores e colaboradores. O Observatório Clube de Autores é um espaço gratuito de divulgação dos trabalhos dos novos escritores brasileiros. 
Sempre à disposição para críticas, elogios e sugestões,
Atenciosamente,
Leandro de Oliveira Silva

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Desistência

Se não puder amar,

Desisto do amor

Se não puder ser eu mesma,

Desisto de mim

Se não puder viver,

Desisto da minha vida...

                           

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Amor Platônico

Vi pela primeira vez em um lugar incrível
Quem era aquela pessoa maravilhosa?
Não tive a ousadia de me aproximar
Mas o destino colocou-me frente a frente
Olhei naqueles lindos olhos
Olhos que pareciam repletos de ternura
Conversamos um pouco
Passamos a nos ver algumas vezes
Sabe aquele sentimento intenso e inexplicável
Que simplesmente acontece?
Foi Assim
Porém, um amor silencioso
Que ficou em silêncio por muito tempo
Um amor impossível



domingo, 22 de dezembro de 2013

O Amor de Nathalie



Mais tarde, Nathalie chegou em casa. Os olhos dela brilhavam mais que dois cristais refletindo os raios do Sol. Seu semblante era de puro contentamento além de um leve e sincero sorriso. Entrou vagarosamente e fechou a porta. Catherine, que estava bebendo água na cozinha, veio correndo para falar com a filha:
—Nathalie! Você nem imagina quem telefonou! —exclamou Catherine.
—Quem? —perguntou Nathalie.
—O Kevin! Ele parecia morrer de saudades de você. Até convidei-o para o seu aniversário – disse Catherine muito entusiasmada.
—Mas nós nem costumamos fazer grandes festas para o meu aniversário – retrucou Nathalie.
—Ah! Mas um bolo sempre tem! Pedirei para a Diva preparar um delicioso – disse Catherine animada.
Catherine, neste momento, observou a filha com atenção por alguns instantes:
—Filha. O que está acontecendo? Você tem estado tão diferente esses dias...
—Diferente como? —perguntou Nathalie.
—Não sei. Seu olhar, seu jeito... Você parece mais feliz. Tenho a impressão de que anda com a cabeça nas nuvens.
—São os passeios vespertinos que tenho feito... Estão fazendo muito bem a mim. Respiro um ar puro, sinto o vento tocando minha pele, o cheiro das flores dos jardins por onde passo...
—E por falar em flores, no seu aniversário seu pai irá presenteá-la com aquele perfume maravilhoso que você tanto gosta. Já até separou seu frasco lá na fábrica.
—Que bom! Aquele perfume é mesmo maravilhoso! Agora deitarei um pouco, está bem?
—Claro! Fique à vontade, minha filha!
Nathalie subiu até o quarto dela e mergulhou na cama. Abriu um largo sorriso e respirou fundo. Sentia-se flutuando. Será que toda essa alegria e bem-estar era porque Kevin viria para o seu aniversário? Claro que não! Afinal de contas, muito antes de ela saber disso, já andava muito contente.
***
Finalmente chegou o dia tão esperado. O aniversário de Nathalie surgiu com uma linda manhã ensolarada. Era um sábado maravilhoso.
Nathalie espreguiçou-se demoradamente. Enquanto isso, Catherine surge em seu quarto de maneira repentina segurando um belo maço de flores:
—Olá, querida! Dormiu bem? Parabéns pelo dia de hoje! Estas flores são para você. Um garoto tocou a campainha e pediu para te entregar – explicou Catherine.
—Que lindas! Quem será que mandou? —perguntou Nathalie.
—Provavelmente, deve ter sido o Kevin. Pegue! Abra o cartão!
Catherine estendeu o maço de flores para a filha. Nathalie segurou-o firmemente e abriu o cartão. Ao descobrir quem havia mandado aquele lindo e perfumado buquê, a moça ficou feliz e, ao mesmo tempo, com muito medo! Seu rosto ficou ruborizado e a respiração ofegante! A mãe que estava a uns três metros de distância perguntou:
—E então? É do Kevin?
—É sim, mamãe – respondeu Nathalie nervosa.
—Eu já imaginava! Esse rapaz é mesmo um cavalheiro! Dê-me essas flores! Pedirei para a Diva colocar em um vaso bem bonito. Quero que elas enfeitem e perfumem nossa sala!
Nathalie entregou o maço de flores para a mãe com as mãos trêmulas. Catherine saiu muito sorridente do quarto da filha. E a moça, imediatamente, guardou o cartão dentro de um livro que ela tinha na gaveta de seu criado-mudo.
Nathalie mentiu para a mãe. Essas flores não eram de Kevin. E isso poderia lhe causar um grande problema se Catherine descobrisse.

Este é um trecho extraído do romance "O Amor de Nathalie" escrito pela autora Lucyana Mutarelli. Para maiores informações sobre o livro, basta clicar nos links das lojas abaixo:





https://clubedeautores.com.br/book/156868--O_Amor_de_Nathalie#.UreE4H94Jkg

Entrevista com Victor Romário

Tivemos o prazer de entrevistar aqui o escritor Victor Romário. Autor do livro Natureza Humana, ele nos contou sobre sua vida, sua trajetória com a escrita e suas obras favoritas. 
                                                                                                                             por Luciana Mutarelli

1- Victor, como e quando você descobriu seu talento para escrever? 
Victor- E será que eu tenho algum? (risos). Fico lisonjeado com o elogio quanto ao talento, pois não me considero ter tal aptidão, mas comecei a escrever na 4ª série, em 2005, quando minha professora de português/redação pediu para que criássemos uma pequena história, cujos personagens principais fossem a união de dois animais. A minha história foi: A Aventura de Formicão (formiga com cão) e Rafante (rato com elefante). 

2- Qual seu gênero de leitura favorita?  
Victor- Meu gênero de literatura favorito é o romance. Mesmo gostando um pouco de histórias de suspense e terror, o romance é o meu preferido.

3- Tem alguma obra que você tenha gostado muito e queira indicar para os nossos leitores?
Victor- Uma obra que marcou minha infância, e cujo autor me inspira até hoje é “A Causa Secreta”, de Machado de Assis. Amo os contos e livros deste autor, mas este é importante porque foi o primeiro que me chocou com a análise psicológica dos personagens, mostrando a transformação drástica do ser humano por causa de situações comuns da vida, como um romance e uma amizade. Mas falando de romance, “Morte e Vida de Charlie St. Cloud”, de Bem Sherwood, me emocionou com o romance impossível e o drama com o irmão, recomendo este livro.

4- Onde você buscou inspiração para escrever Natureza Humana? 
Victor- Pergunta difícil de responder (risos), por que Natureza Humana surgiu por causa de um boom emocional e ganhou proporções que nem eu sei se consigo controlar. Mentira, consigo sim (risos). É que no final do semestre passado eu ia começar a escrever um conto para um livro, só que então eu passei por uma crise em meu relacionamento, que acabou terminando um namoro de 9 meses, e eu fiquei muito decepcionado com a pessoa e a situação. Quando decidi colocar toda a minha mágoa e sensibilidade naquela história que eu estava escrevendo, acabei encontrando vários elementos que eu poderia explorar mais. A ideia foi transformar aquela historinha em um romance, mas por falta de tempo, achei melhor dividir em volumes. Atualmente tenho ideia para 3 volumes, com um grande desfecho.

5- Você  tem mais alguma publicação além dessa?
Victor- Ainda não tenho mais publicações, mas terei em breve. Estou desenvolvendo, além do segundo volume de Natureza Humana, dois romances para 2014: Eu Não Consigo Tirar Meus Olhos de Você e Nunca Subestime uma Garota.

6- Além da escrita, quais outras atividades você aprecia?
Victor- Outras atividades que gosto é atuar.

7- Como você enxerga o mercado editorial hoje em dia? 
Victor- Ainda sou leigo sobre o mercado editorial, a única coisa que sei sobre ele, por experiência própria, é que está difícil participar dele (risos).

8 - Sabemos que os brasileiros, em geral, leem pouco. O que você sugere para mudar essa realidade?
Victor- Bolsa Livros? Brincadeira. Dar dinheiro para as pessoas não farão com que elas queiram ler, só vai fazer com quem ler, leia mais. O que seria interessante, além de um programa nas escolas de incentivo à leitura desde a alfabetização, acho que deve ser feito um movimento de popularização da literatura, algo do tipo como a cultura pop dos Estados Unidos, com mais teatros...aproximar a literatura do “povo”. 

Victor. Agradecemos imensamente por sua entrevista, atenção e colaboração! Desejamos muitas felicidades e sucesso com suas obras!

 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Felicidade

O que é a felicidade? Todos nós, em algum momento da vida, já a sentimos. Não é possível defini-la com palavras, mas podemos senti-la. E quando a sentimos, não temos dúvida. É algo que brota dentro de nós mesmos e se expande para toda a nossa volta trazendo um enorme contentamento e bem estar.
A felicidade é muito subjetiva. O que faz uma pessoa feliz, pode não ser positivo para uma outra individualidade. Tudo porque cada ser humano é único. Tem sonhos, necessidades e vontades diferentes uns dos outros.
Muitas pessoas buscam a felicidade fora delas mesmas e acabam não encontrando porque ela está dentro de cada um de nós. Temos que buscar nosso autoconhecimento para desfrutar desse bem estar tão precioso. Quanto mais nos conhecermos, mais sabemos o que nos faz feliz.
 Lucyana Mutarelli
 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Amor Sublime

 


É um amor que quase não cabe no peito
Queria sentir seu abraço
Queria sentir o seu beijo
Mas não posso

Queria te dizer o quanto te amo
E isso é impossível
Quase não durmo
Tenho atitudes atrapalhadas
Vivo nas nuvens
Tudo porque só penso em você


                                                      

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O Simples Ficou Complicado

Antigamente, tudo era simples
Os sonhos eram simples
Os trabalhos eram simples
As amizades eram simples
Os pensamentos eram simples

Hoje, nada mais é simples
Mesmo assim, ainda há pessoas simples
Que têm sonhos simples
Que querem uma vida simples

Mas, atualmente, o simples está em falta
Portanto, querer simplicidade é extremamente complicado.

                                                       Lucyana Mutarelli

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Um Quarteto Nota 1000!


Uma ótima oportunidade para quem curte uma história real. O livro retrata fatos verídicos vividos por quatro amigas de colégio inseparáveis. Tudo com muito humor e descontração. Para maiores informações ou interesse em adquirir, basta clicar na imagem abaixo.






Aqui vai um trecho (degustação) do livro:

Teve um menino que resolveu escalar as grades da quadra que eram muito altas. Ele foi subindo, subindo, subindo... E Lu gritava:
- DESCE JÁ DAÍ, MENINO! VOCÊ PODE CAIR! PODE SE MACHUCAR MUITO!
Mas o moleque nem ligava. Olhava para baixo, via Lucy chamando-o desesperadamente, sorria para ela e continuava a escalada.
Depois de certo tempo, o menino desceu ileso. Mas a bagunça continuou. As crianças começaram a correr de um lado para o outro e gritarem muito alto. Lucy e Jackeline não sabiam o que fazer para conter aqueles pequenos incontroláveis. Eis que, de repente, surge uma professora. As duas pensaram:
- Que bom! Teremos ajuda!
Mas não era ajuda o que aquela professora veio oferecer. Ela chegou para brigar com as duas estagiárias:
- O que está acontecendo aqui? - perguntou a professora muito nervosa para as estagiárias.
- Era exatamente isso o que queríamos saber. Por que esses alunos não param quietos? - perguntou Lucy.
A professora, ainda mais nervosa, falou:
- O problema não é dos alunos! É de vocês que estão sem habilidade para discipliná-los.
O sangue de Lucy ferveu e ela sentiu a raiva exalando de seus poros:
- É mesmo? E o que a senhora sugere para acalmarmos esses alunos? Já pedimos tanto silêncio! Tentamos ensinar Matemática e eles não quiseram dar atenção. Tentamos ensinar Português e nem ligaram. Praticamente imploramos por disciplina, mas não fomos atendidas. Agora só querem saber de jogo. Tentei ensinar basquete mas não me deram a mínima atenção. O que fazer? - perguntou Lucy perplexa.
- Sei lá! Dá um grito – respondeu a professora grosseiramente.
Naquele instante, Lucy pensou: como uma professora foi capaz de dar uma resposta tão esdrúxula?
A professora ao se dar conta da besteira que disse, resolveu dar outra resposta. Pediu para que Lucy rezasse para uma santa. Só não lembro o nome da tal divindade, mas a educadora garantiu que era a padroeira dos professores.
E Lucy rezou! É claro que ela não se ajoelhou no meio do pátio, uniu as mãos em prece e rezou! Não! Ela apenas pediu mentalmente para a santa acalmar aquelas terríveis crianças. De repente, Jackeline toca em seu ombro e diz:
- Lu. Estou indo embora.
- O quê? - perguntou Lucy assustada.
- Eu vou indo. Não faz sentido ficarmos nós duas aqui.
- VOCÊ VAI ME DEIXAR SOZINHA COM ESSE MONTE DE ALUNOS TERRÍVEIS? - perguntou Lucy desesperada.
- Não fique assim, Lu. Eu aqui não consegui te ajudar em nada. É melhor que apenas uma de nós fique.
- Sei... E essa “uma” tem que ser eu? Tudo bem... Vá! Amanhã a gente se vê – Disse Lucy desanimada.
Jackeline despediu-se de Lucy e foi embora.
Lucy observou os alunos e percebeu que eles estavam mais calmos. Conversavam baixinho entre eles, faziam brincadeiras mais tranquilas e silenciosas... Daí ela pensou:
- A reza que fiz deu certo!
A professora que havia reprendido as duas estagiárias, aparece novamente e pergunta para Lucy:
- Você viu só como agora as crianças ficaram calmas?
- Sim... Eu percebi...
- Você viu só como deu certo rezar para a santa? Agora as crianças estão mais quietas e brincando tranquilamente. E com isso, você também acaba ficando mais calma.
- Sim! Com certeza! Agora estou bem mais calma – respondeu Lucy.
- Que bom!
Mas logo acabou o estágio e Lucy voltou para a casa. Chegou com muita dor de cabeça e foi se deitar.

Mais links para a compra: