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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Aluga-se um banheiro



Mais uma belíssima obra para muita diversão! Chorar só vale a pena se for de tanto rir! E esse é o caso desse livro!


Sinopse: Trata-se da história leve e divertida de uma moça que, por força das circunstâncias, teve que morar temporariamente em um banheiro.

Nesse tempo, muitos fatos engraçadíssimos e bizarros acontecem. É um livro para quem gosta de arte, humor e boas risadas! 

Links para a compra (versão impressa e e-book):

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 Capa Comum

 kdp







sábado, 29 de abril de 2017

Tarô de Marselha (Curso Completo)



Mais um lançamento para quem curte esoterismo e conhecimentos metafísicos! Recomendadíssimo!!!


Sinopse: Este belo livro colorido e ilustrado é indicado a todos que desejam aprender a utilizar o Tarô de Marselha de forma bastante funcional, prática e agradável. O estudo aqui presente inclui tanto os Arcanos Maiores como os Arcanos Menores.
É uma obra bem completa e com linguagem acessível que tem como objetivo tornar o leitor um excelente tarólogo. Torna-lo-á apto para manusear o Tarô e interpretar seus mistérios, tanto para si mesmo como para outras pessoas.
Vale a pena adquirir esta obra, pois ela é completa. Se você achar este livro caro é porque não andou pesquisando preços de curso de Tarô por aí.

Links para a Compra (é só clicar em uma das opções abaixo):




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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Mais um Lançamento!




Com esse maravilhoso livro podemos afirmar que sua virada de ano será inesquecível! Uma ótima opção para ler e para presentear! Ainda mais agora que o Natal já está quase batendo à porta!

Sinopse: Wagner era um rapaz que estava muito feliz e satisfeito em todos os aspectos de sua vida. Mas essa satisfação causava a ele muito medo. O ano estava prestes a virar e o jovem tinha pavor que tudo mudasse e toda essa felicidade fosse por água abaixo.
Na noite de Natal, ele estava no jardim quando, de repente, avista uma bela estrela cadente. Wagner aproveita para fazer um pedido inusitado. Ele pede para que o ano que está no fim jamais acabe. Será que o pedido é atendido? Isso não podemos revelar aqui. Só é possível adiantar que é uma história repleta de fatos inusitados e passagens surrealistas capaz de despertar o mais profundo interesse. Vale a pena conferir. Seu Réveillon nunca mais será o mesmo!

Links para maiores informações e aquisição:

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Eros e Psiquê


Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada
Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.
A Princesa adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.
Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.
Mas cada um cumpre o Destino -
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.
E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro
Chega onde em sono ela mora,
E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.
 
Fernando Pessoa

domingo, 3 de julho de 2016

O sucesso é ser feliz!

A sociedade é cheia de conceitos de sucesso. Para ela, ser bem sucedido é tirar as melhores notas na escola ou faculdade, ter um alto cargo em uma empresa, morar em uma enorme casa luxuosa, possuir um carrão, ir a restaurantes caros, fazer muitas viagens, ter muito dinheiro.

Será que para ter sucesso é necessário tudo isso mesmo? De que adiantaria alguém ter tudo isso e não se sentir feliz? Por que a sociedade nunca vincula o sucesso a uma vida simples e pacata? Por que aquela pessoa simples e tranquila é vista, muitas vezes, como uma fracassada? E esse julgamento é feito sem nem ao menos perguntarem à pessoa se ela se sente bem, se é feliz como ela é...

Somente a felicidade é o verdadeiro sucesso, não importa se a pessoa é rica ou pobre. O sucesso é ser feliz!

Um livro que aborda muito bem essa questão é a obra “O Despertar da Felicidade” de Lucyana Mutarelli. É uma bela história. Vale a pena ler. Encontra-se disponível na loja Clube de Autores.

Link para a compra: 
http://www.clubedeautores.com.br/book/140544--O_Despertar_da_Felicidade#.V3lX7EC0tkh






domingo, 5 de junho de 2016

Canal no Youtube

Olá! Procure Páginas de Escritor no YouTube! É o nosso canal! Adicionamos um novo vídeo:
 




terça-feira, 22 de março de 2016

É Normal?

Eis aqui uma palavra que irrita: normal.
Essa palavra deriva de outra: norma.
Não existe uma norma absoluta para a vida, para a felicidade. Cada pessoa tem sua receita para o bem viver que é variável e individual.
Dizer que uma pessoa não é normal só porque tem um modo de vida diferente do nosso é puro egoísmo. O que é adequado para um, pode não ser para outro. Por isso, temos que ser nós mesmos, sem querer imitar nenhum presunçoso que se diga normal.
Cada ser humano é único. O certo é ser você mesmo! 


domingo, 14 de fevereiro de 2016

MAIS UM LANÇAMENTO




Temos o prazer de anunciar mais uma publicação da autora Lucyana Mutarelli. Trata-se do livro "EU, A VOVÓ E AS FORMIGAS". Uma bela obra repleta de carinho e simplicidade! eis aqui um trecho:

 

"Estar na sala de aula era uma situação curiosa e
contraditória. Sentia-me completamente sozinha. Como
isso era possível se eu estava rodeada de pessoas? Tinha
os outros alunos, a professora... Aprendi que a solidão não
é a ausência de pessoas e sim um sentimento, um estado
de espírito. Um vazio na alma. Só me sentia bem quando
voltava para a casa. Queria descansar daquilo tudo, mas
não era possível porque também havia a lição de casa.
Não bastava tudo o que aprendíamos na escola e as
atividades escolares. Não! Sempre havia algo para fazer à
tarde.
Certa vez, perguntei para vovó enquanto fazia lição de
casa:
— Vovó. Por que é necessário ir à escola?  

— Para apreender a ler, escrever, fazer continhas – disse
ela.
 

Se fosse só para isso mesmo, seria ótimo! Ler é
importantíssimo! Escrever também! Fazer algumas contas
também é essencial. Usamos na vida. O problema é que,
além de tudo isso que vovó falou, a escola também passa
muitos conhecimentos que só são úteis para realizar as
provas.
Estava fazendo uma lição de casa que estava me deixando
muito cansada. Levantei para esticar as pernas. Caminho
pela cozinha e o que encontro? Elas! As formigas!
Sumiram por um tempo, mas voltaram! Agachei para
olhar mais de perto. Elas iam e vinham. Sentia uma
enorme simpatia por aqueles minúsculos bichinhos.
Cheguei a pensar: se as pessoas têm tantos tipos de
animais de estimação, por que elas nunca pensam em
adotar uma formiga? Ou melhor, várias delas."

Links para a compra:


http://www.amazon.com/Vov%C3%B3-Formigas-Portuguese-Lucyana-Mutarelli-ebook/dp/B01BN2655W/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1455401544&sr=8-1&keywords=eu%2C+a+vov%C3%B3+e+as+formigas
http://www.perse.com.br/novoprojetoperse/WF2_BookDetails.aspx?filesFolder=N1455038446937
http://www.amazon.com.br/Eu-Vov%C3%B3-e-as-Formigas-ebook/dp/B01BN2655W/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1455482526&sr=1-1&keywords=eu%2C+a+vov%C3%B3+e+as+formigas
http://www.saraiva.com.br/eu-a-vovo-e-as-formigas-9262616.html
http://www.clubedeautores.com.br/book/203458--EU_A_VOVO_E_AS_FORMIGAS#.VsEFOEC0tkh





quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Um Tempo sem Cronometragem

Hoje já é dia primeiro de Janeiro! Nesta época, sempre tenho um pensamento surreal: e se parassem de cronometrar o tempo? Se não existissem mais anos, meses e datas? Só existissem dias sem número. 
Para marcar algo, não seria necessário combinar uma data. Só assim: daqui dois dias, daqui três dias, daqui trinta dias etc.
Não haveria mais idades, não haveria mais tantos números: 1980, 1985, 1990, 2000, 2012, 2013, 2015, 2016... Dia 10 de Maio, dia dois de Fevereiro, mês quatro, mês cinco, mês seis, dez... Ufa! Quantos números! Até cansa! E se largássemos tudo isso? Seria estranho, mas libertador. Comemoraríamos Natais e aniversários só quando tivéssemos vontade. Nada de ficar contando os dias na folhinha para realizar algo que queremos. Faríamos o que quiséssemos, quando quiséssemos. Nada de marcar uma data. Poderíamos ter a idade que quisermos, que pensamos ter... E prosseguir sempre os nossos sonhos sem deixar para o ano que vem, pois os anos não existiriam mais. Na verdade, nunca existiram, foram inventados.

domingo, 6 de dezembro de 2015

O Coelho e o Cachorro




Eram dois vizinhos.
O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai.
O doido comprou um pastor alemão. Papo de vizinho:
- Mas ele vai comer o meu coelho.
- De jeito nenhum. Imagina! O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.
E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira. No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, é claro, morto.
Quase mataram o cachorro...
- O vizinho estava certo.
E agora, meu Deus?
- E agora?
A primeira providencia foi bater no cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança.
- Claro, só podia dar nisso.
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar.
- E agora?
Todos se olhavam. O cachorro rosnando lá fora, lambendo as pancadas.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
- Cala a boca!
Não se sabe exatamente de quem foi a ideia, mas era infalível.
- Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e coloca na casinha dele no quintal.
Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Ate perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco.
Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam o alarido e os gritos das crianças. Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater a porta. Branco, lívido, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho... O coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
Todos:
- Morreu? Ainda hoje de tarde parecia tão bem...
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de a gente viajar as crianças enterraram ele no fundo do quintal!
A historia termina aqui.
O que aconteceu depois não interessa.
Nem ninguém sabe.
Mas o personagem que mais me cativa nesta historia toda, o protagonista da historia, é o cachorro.
Imagine o pobre do cachorro que, desde sexta-feira, procurava em vão pelo amigo de infância, o coelho.
Depois de muito farejar, descobre o corpo.
Morto.
Enterrado.
O que faz ele?
Provavelmente com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para os seus donos.
Provavelmente estivesse ate chorando, quando começou a levar porrada de tudo quanto é lado.
O cachorro é o herói!
O bandido é o dono do cachorro.
O ser humano.
Sim, nós mesmos, que não pensamos duas vezes.
Para nos o cachorro é o irracional, o assassino confesso.
E o homem continua achando que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçam a hipocrisia, o animal desconfiado que tem dentro de nós.